segunda-feira, 20 de maio de 2013

O REINO DOS SERES VIVOS

O reino Monera



O reino monera é formado por bactérias, cianobactérias e arqueobactérias (também chamadas arqueas), todos seres muito simples, unicelulares e com célula procariótica (sem núcleo diferenciado). Esses seres microscópios são geralmente menores do que 8 micrômetros ( 1µm = 0,001 mm).

As bactérias (do grego bakteria: 'bastão') são encontrados em todos os ecossistemas da Terra e são de grande importância para a saúde, para o ambiente e a economia. As bactérias são encontradas em qualquer tipo de meio: mar, água doce, solo, ar e, inclusive, no interior de muitos seres vivos.

Exemplos da importância das bactérias:
na decomposição de matéria orgânica morta. Esse processo é efetuado tanto aeróbia, quanto anaerobiamente;

agentes que provocam doença no homem;

em processos industriais, como por exemplo, os lactobacilos, utilizados na indústria de transformação do leite em coalhada;

no ciclo do nitrogênio, em que atuam em diversas fases, fazendo com que o nitrogênio atmosférico possa ser utilizado pelas plantas;

em Engenharia Genética e Biotecnologia para a síntese de várias substâncias, entre elas a insulina e o hormônio de crescimento.


  • Estrutura das Bactérias

Bactérias são microorganismos unicelulares, procariotos, podendo viver isoladamente ou construir agrupamentos coloniais de diversos formatos. A célula bacterianas contém os quatro componentes fundamentais a qualquer célula: membrana plasmática, hialoplasma, ribossomos e cromatina, no caso, uma molécula de DNA circular, que constitui o único cromossomo bacteriano.

A região ocupada pelo cromossomo bacteriano costuma ser denominada nucleóide. Externamente à membrana plasmática existe uma parede celular (membrana esquelética, de composição química específica de bactérias).

É comum existirem plasmídios - moléculas de DNA não ligada ao cromossomo bacteriano - espalhados pelo hialoplasma. Plasmídios costumam conter genes para resistência a antibióticos.




Algumas espécies de bactérias possuem, externamente à membrana esquelética, outro envoltório, mucilaginoso, chamado de cápsula. É o caso dos pneumococos (bactérias causadoras de pneumonia). Descobriu-se que a periculosidade dessas bactérias reside na cápsula em um experimento, ratos infectados com pneumococo sem cápsula tiveram a doença porém não morreram, enquanto pneumococos capsulados causaram pneumonia letal.

A parede da célula bacteriana, também conhecida como membrana esquelética, reveste externamente a membrana plasmática, e é constituída de uma substância química exclusiva das bactérias conhecida comomureína (ácido n-acetil murâmico).


fonte:http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera.php



O reino protista



A complexidade da célula eucariótica de um protozoário é tão grande, que ela - sozinha - executa todas as funções que tecidos, órgãos e sistemas realizam em um ser pluricelular complexo. Locomoção, respiração, excreção, controle hídrico, reprodução e relacionamento com o ambiente, tudo é executado por uma única célula, que conta com algumas estruturas capazes de realizar alguns desses papéis específicos, como em um organismo pluricelular.

Segundo a classificação dos seres vivos em cinco reinos (Whittaker – 1969), um deles, o dos Protistas, agrupa organismos eucariontes, unicelulares, autótrofos e heterótrofos. Neste reino se colocam asalgas inferiores: euglenófitas, pirrófitas (dinoflagelados) e crisófitas (diatomáceas), que são protistas autótrofos (fotossintetizantes). Os protozoários são protistas heterótrofos.
A célula

A célula de um protista é semelhante às células de animais e plantas, mas há particularidades. Os plastos das algas são diferentes dos das plantas quanto à sua organização interna de membranas fotossintéticas.

Ocorrem cílios e flagelos para a locomoção. A célula do protozoário tem uma membrana simples ou reforçada por capas externas protéicas ou, ainda, por carapaças minerais, como certas amebas (tecamebas).

Os radiolários e heliozoários possuem umesqueleto intracelular composto de sílica.




Os foraminíferos são dotados de carapaças externas feitas de carbonato de cálcio. As algas diatomáceas possuem carapaças silicosas.

Os protistas podem ainda ter adaptações de forma e estrutura de acordo com o seu modo de vida:parasita, ou de vida livre.

O citoplasma está diferenciado em duas zonas, uma externa, hialina, o ectoplasma, e outra interna, granular, o endoplasma. Nesta, existem vacúolos digestivos e inclusões.


Origem






Os protozoários constituem um grupo de eucariontes com cerca de 20 mil espécies. É um grupo diversificado, heterogêneo, que evoluiu a partir de algas unicelulares. Em alguns casos essa origem torna-se bem clara, como por exemplo no grupo de flagelados. Há registro fóssil de protozoários com carapaças (foraminíferos), que viveram há mais de 1,5 bilhão de anos, na

Era Proterozóica. Grandes extensões do fundo dos mares apresentam espessas camadas de depósitos de carapaças de certas espécies de radiolários e foraminíferos. São as chamadas vasas.

Ao lado: Microscopia eletrônica da carapaça presente externamente à célula de uma espécie de radiolário.
Habitat

Os protozoários são, na grande maioria, aquáticos, vivendo nos mares, rios, tanques, aquários, poças, lodo e terra úmida. Há espécies mutualísticas e muitas são parasitas de invertebrados e vertebrados. Eles são organismos microscópicos, mas há espécies de 2 a 3 mm. Alguns formam colônias livres ou sésseis.

Fazem parte do plâncton (conjunto de seres que vivem em suspensão na água dos rios, lagos e oceanos, carregados passivamente pelas ondas e correntes). No plâncton distinguem-se dois grupos de organismos:

fitoplâncton: organismos produtores (fotossintetizadores), representados principalmente por dinoflagelados e diatomáceas, constituem a base de sustentação da cadeia alimentar nos mares e lagos . São responsáveis por mais de 90% da fotossíntese no planeta.

zooplâncton: organismos consumidores, isto é, heterótrofos, representados principalmente por protozoários, pequenos crustáceos e larvas de muitos invertebrados e de peixes.


fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/bioprotista.php



O reino Fungi






Organismos uni ou multicelulares, eucariontes e heterótrofos.



O Reino Fungi compreende os organismos eucariontes, heterotróficos que se alimentam de nutrientes absorvidos do meio, com espécies unicelulares e multicelulares formadas por filamentos denominados hifas. São conhecidos popularmente por: leveduras (fermento), bolores, mofos, cogumelos e orelha-de-pau.

Existem espécies de vida livre ou associadas (em simbiose) com outros organismos, como, por exemplo, os liquens, uma relação harmônica interespecífica de fungos e algas. Contudo, algumas espécies são parasitas, mantendo relações desarmônicas com plantas e animais. A maioria é saprofágica, alimentando-se da decomposição de cadáveres.

A classificação dos quatro Filos obedece a critérios reprodutivos (diferença entre as estruturas reprodutivas), com ciclo de vida em duas fases: uma assexuada e outra sexuada.

Na assexuada formam-se esporos por divisões mitóticas, podendo essa fase se prolongar por indeterminado período em resposta às alterações ambientais, aguardando estímulo para desencadear o início da fase sexuada, por divisão meiótica.

Dessa forma, o Reino Fungi se subdivide nos Filos: Ascomycetes, Phycomycetes, Basidiomycetes e os Deuteromycetes.

Ascomycetes (ascomicetos) → assim chamados em razão do processo de reprodução sexuada formando sacos, conhecidos cientificamente como ascos (daí a origem do nome), que posteriormente se transformam em esporos.

Phycomycetes (ficomicetos) → são os fungos mais simples, semelhantes a uma alga, contendo esporos dotados de flagelos.

Basidiomycetes (basidiomicetes) → formam estruturas reprodutivas denominadas basídios, cuja base encontra-se fixa ao corpo de frutificação (eixo de sustentação), ficando com extremidades livres formando os basidiósporos, estrutura que aloja os esporos (exemplo: cogumelos).

Deuteromycetes (deuteromicetes) → ou fungos imperfeitos, com estrutura reprodutora pouco detalhada e conhecida, sendo a grande maioria parasita causadores de doenças.


fonte: http://www.brasilescola.com/biologia/fungi.htm





O reino Animalia





O Reino Animalia é definido segundo características comuns a todos os animais: organismos eucariontes, multicelulares, heterotróficos, que obtêm seu alimento por ingestão de nutrientes do meio.

Mesmo dentro de critérios assim tão amplos, podemos encontrar exceções, em funções de fatores diversos, como a adaptação de organismos a meios de vida especiais. É o que ocorre, por exemplo, com alguns endoparasitas que perderam a capacidade de ingestão de nutrientes, obtendo-os por absorção direta dos líquidos do corpo dos organismos parasitados. Todos os animais começam seu desenvolvimento a partir de uma célula-ovo ou zigoto, que surge da fecundação do óvulo pelo espermatozóide. Assim, a reprodução sexuada sempre está presente nos ciclos de vida dos animais. Isso não significa que a reprodução assexuada não aconteça; ela ocorre e é muito importante em alguns grupos.

A partir do zigoto, inicia-se o desenvolvimento embrionário, que passa pelas fases de mórula, blástula e gástrula. São vários os tipos de desenvolvimento embrionário, mas, apenas para exemplificação, vamos representar a seguir todas essas fases, desde o zigoto até a gástrula, considerando o padrão mais fácil para o entendimento básico de como elas ocorrem.





Alguns animais desenvolvem-se até um conjunto de células que não chega a formar tecidos verdadeiros, enquanto a maioria atinge niveis de organização superiores a tecidos, tais como órgãos e sistemas. É possivel, assim, distinguir dois grandes grupos:

Parazoa (parazoário; pará = ao lado, zoa = animal): representado pelos Porifera (esponjas), no qual não há a formação de tecidos verdadeiros.

Eumetazoa (eumetazoários; eu = verdadeiros, metazoário = animal): representados por todos os outros animais que possuem tecido diferenciado.

Dentre os Eumetazoa distinguem-se dois outros grupos: o dos organismos que não passam do nível de organização superior a tecidos, do qual fazem parte os cnidários, e o dos organismos que já apresentam os órgãos em sistemas definidos, compreendendo a maioria dos Eumetazoa.

O ramo da biologia qe estuda os animais é denominado Zoologia (zoo = animal, logus = estudo).

É muito comum, em Zoologia falar-se em animais invertebrados e animais vertebrados.





Os invertebrados são todos os animais que não possuem vértebras e, consequentemente, coluna vertebral. A maior parte dos animais é formada pelos invertebrados, caso das esponjas, medusas, planárias, vermes, minhocas, insetos, siris, estrelas-do-mar e outros.

O termo invertebrado não tem nenhum valor taxonômico e não corresponde a grupos como filo, classe, ordem ou outros; é simplismente um termo vulgar aplicado a todos esses animais.

Os vertebrados correspondem a todos os animais que possuem vértebras, caso dos peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Os vertebrados correspondem a um subfilo dentro do filo dos cordados. Dentre os cordados, existem animais invertebrados, como é o caso do anfioxo, que vive enterrado na areia, no ambiente marinho.
Simetria e Locomoção

Animais de organização mais simples, como diversas esponjas, possuem formas irregulares, sendo, por isso, chamados assimétricos.

Em outros animais, podemos passar por seus corpos diversos planos verticais de simetria que passam pelo eixo central longitudinal (como nos tipos de esponjas que crescem com a forma aproximada de vaso, nos cnidários e na maioria dos equinodermos, por exemplo); cada plano permite a separação do animal em metades equivalentes. São os chamadossimétricos radiais, em geral animais cilíndricos ou em forma de sino. Os animais simétricos radiais, em sua maioria, são fixos ao substrato (esponjas adultas, pólipos de cnidários etc.), ou movem-se com lentidão (medusas, estrelas e ouriços-do-mar etc.).

No entanto, a simetria predomina no reino animal é a bilateral. Os animais bilaterais possuem lados esquerdo e direito, faces ventral e dorsal e extremidades anterior e posterior. A extremidade anterior é aquela em que fica localizada a cabeça, que contém o centro de comando nervoso.


A extremidade posterior é aquela em que, na maioria das vezes, situa-se o ânus e os orifícios reprodutores.

Nesse tipo de simetria existe um plano sagital que divide o animal em duas metades equivalentes. De modo geral, a simetria bilateral é relacionada ao modo de vida de "ir em busca" do alimento de uma forma mais dirigida.

fonte:http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/bioanimal.php







Questoes





1- O reino monera e formado por bacterias, quais sao elas?

2-onde são encontrados as bacterias?

3-o reino protista agrupa quais organismos?

4-o reino funji compreende quais organismos?

5-qual o ramo da biologia que estuda os animais?

6-os animais sao considerados em 2 tipos quais sao eles? I _ _ _ R _ _ B _ _ _ O e V_ _ _E _ _ A _ O

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fìsica



Calorimetria




A calorimetria é o ramo da física que se ocupa dos fenômenos decorrentes da transferência dessa forma de energia chamada calor. 

Temperatura Temperatura é uma grandeza física que está associada de alguma forma ao estado de movimentação ou agitação das moléculas. Quanto mais quente está o corpo, maior é a agitação molecular e quanto mais frio, menor a agitação.

A temperatura pode ser medida em três escalas termométricas. Celsius, Fahrenheit e Kelvin. A conversão entre essas escalas pode ser feita pelas seguintes relações matemáticas:





Calor

O calor nada mais é do que o trânsito da energia térmica de um corpo para outro. Quando os dois corpos chegam à mesma temperatura, dizemos que estão em equilíbrio térmico e a temperatura final é chamada de temperatura de equilíbrio.

Capacidade térmica e calor específico sensível Os corpos e as substâncias na natureza reagem de maneiras diferentes quando recebem ou cedem determinadas quantidades de calor. Alguns esquentam mais rápido que os outros. É a isso que chamamos de capacidade térmica. Mas a capacidade térmica não é uma propriedade da substância, ela depende também da massa e do calor específico para ser calculada e pode ser resumida na seguinte fórmula:





Considerando c o calor específico sensível da substância de que o corpo é constituído.
O calor específico pode ser definido como a capacidade térmica por unidade de massa e é uma característica da substância de que o material é feito.

A capacidade térmica pode ser medida usualmente em cal/ºC e no Sistema Internacional em J/K, assim como o calor específico é medido usualmente em cal/gºC e, no Sistema Internacional em J/ kg K.

Calor sensível Uma das conseqüências das trocas de calor, é a variação de temperatura do corpo. Para calcular essa quantidade de calor trocado é só usar a equação fundamental da calorimentria:




Traduzindo: o calor sensível depende da massa (m), do calor específico (c) e da variação de temperatura do corpo (ΔT).

A propagação do calor O calor é uma forma de energia que se propaga do corpo mais quente para o mais frio. Esse processo pode ocorrer por três mecanismos diferentes.: condução, convecção e a irradiação.

Condução Predominante nos sólidos, necesse processo a transmissão de energia se dá molécula a molécula. Em alguns corpos, esse processo ocorre muito rapidamente, como por exemplo, os metais, e por isso eles são chamados de condutores térmicos, e em outros ocorre o contrário, como por exemplo, a madeira e a água. Esses são chamados de isolantes térmicos.

Convecção Exclusiva dos fluidos, ou seja, líquidos e gases, a transmissão de calor por convecção ocorre por meio da movimentação de massa fluida.

Irradiação A irradiação é pode ocorrer no vácuo e também em meios materiais, e a sua transmissão é feita por intermédio de ondas eletromagnéticas. As ondas transmitem as energias que são absorvidas pelos pelos corpos. Essa absorção provoca uma alteração no estado de movimentação das moléculas modificando, assim, a sua temperatura.

fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/fisica/resumo-fisica-calorimetria-646800.shtml

trocas de calor com mudança de estado



Introdução - O calor recebido por um corpo pode fazer com que sua temperatura aumente ou que ele sofra uma mudança de estado. No segundo caso você tem uma quantidade de calor latente, ou seja, calor latente se refere à quantidade de calor que um corpo recebe apenas para mudar de estado, o que ocorre à temperatura constante.

A quantidade de calor latente (Q) cedida ou retirada de uma substância para que ela mude de estado o que sempre ocorre à temperatura constante é diretamente proporcional à sua massa (m), e depende das características da substância (L). Matematicamente:











Se você quiser saber, por exemplo, quantas calorias são necessárias para fundir 200g de alumínio , você deve fazer --- Q=m.L=200.94 --- Q=18.800cal ou Q=18,8 kcal

Curva de aquecimento - calor sensível e calor latente









O que você deve saber:

Quando você afirma que o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g, você quer dizer que, para a fusão de 1g de gelo ou para a solidificação de 1g de água, você deve ceder ou retirar 80 cal.

Curva de aquecimento – calor sensível e calor latente




fonte: http://www.fisicaevestibular.com.br/termica7.htm







Transmissão de Calor


Em certas situações, mesmo não havendo o contato físico entre os corpos, é possível sentir que algo está mais quente. Como quando chega-se perto do fogo de uma lareira. Assim, concluímos que de alguma forma o calor emana desses corpos "mais quentes" podendo se propagar de diversas maneiras.


Como já vimos anteriormente, o fluxo de calor acontece no sentido da maior para a menor temperatura.


Este trânsito de energia térmica pode acontecer pelas seguintes maneiras:

condução;
convecção;
irradiação.


Fluxo de Calor


Para que um corpo seja aquecido, normalmente, usa-se uma fonte térmica de potência constante, ou seja, uma fonte capaz de fornecer uma quantidade de calor por unidade de tempo.


Definimos fluxo de calor (Φ) que a fonte fornece de maneira constante como o quociente entre a quantidade de calor (Q) e o intervalo de tempo de exposição (Δt):





Sendo a unidade adotada para fluxo de calor, no sistema internacional, o Watt (W), que corresponde a Joule por segundo, embora também sejam muito usada a unidade caloria/segundo (cal/s) e seus múltiplos: caloria/minuto (cal/min) e quilocaloria/segundo (kcal/s).

Exemplo:


Uma fonte de potência constante igual a 100W é utilizada para aumentar a temperatura 100g de mercúrio 30°C. Sendo o calor específico do mercúrio 0,033cal/g.°C e 1cal=4,186J, quanto tempo a fonte demora para realizar este aquecimento?





Aplicando a equação do fluxo de calor:









fonte: http://www.sofisica.com.br/conteudos/Termologia/Calorimetria/transm.php
Questões





1)O que é calometria?

2)"Os corpos e as substâncias na natureza reagem de maneiras diferentes quando recebem ou cedem determinadas quantidades de calor."Verdadeiro ou falso?

3)O calor recebido de um corpo faz o que com sua temperatura?

4)O trânsito de energia térmica pode acontecer de que maneira/

5)no Fluxo de Calor se faz o que para que o corpo seja aquecido normalmente?

6)"Quando você afirma que o calor latente de fusão do gelo é de 80 cal/g, você quer dizer que, para a fusão de 1g de gelo ou para a solidificação de 1g de água, você deve ceder ou retirar 80 cal."Verdadeiro ou falso?

terça-feira, 7 de maio de 2013

População




A Europa possui 743,9 milhões de habitantes, incluindo-se a Rússia. É um continente com elevada densidade demográfica, possuindo, em média, 76 hab./km2 e alta taxa de urbanização.

As regiões com mais de 100 hab./km2 estendem-se em duas faixas: a primeirainclui a Grã-Bretanha, o Norte da França, a Bélgica, a Holanda e o Oeste da Alemanha, prolongando-se até o Norte da Itália; a segunda abrange a República Tcheca, a Eslováquia e o Sul da Polônia. Essas grandes concentrações populacionais correspondem às áreas industriais mais importantes.

Atualmente, a população cresce lentamente, pois os índices de natalidade registrados nos países europeus são bastante baixos (inferiores a 20 por mil).

• Países mais populosos: Rússia, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Ucrânia.
• Países mais povoados: Holanda, Bélgica e Reuno Unido.
• Maiores cidades: Londres, Paris e Moscou.

Origens étnico-linguísticas

Os europeus não formam grupos étnicos uniformes. Os diversos povos que habitaram a Europa, desde a Pré-História, realizaram vários cruzamentos entre si. Posteriormente, com a invasão dos bárbaros provenientes da Ásia, houve novos cruzamentos. A população européia é o resultado dessa mistura racial e está dividida em nove grupos:

1. Germanos - população formada, principalmente, por ingleses, holandeses, belgas e alemães.
2. Latinos - italianos, portugueses, espanhóis e franceses.
3. Eslavos - russos, ucranianos, uigoslavos, poloneses (povos da Europa Central e Oriental).
4. Greco-ilírios - gregos, albaneses e romenos.
5. Fino-úgricos - finlandeses, húngaros, lapões etc.
6. Celtiberos - irlandeses, galeses (País de Gales), bascos etc.
7. Turco-búlgaros - turcos e búlgaros.
8. Leto-lituanos - letonianos e lituanos.
9. Judeus - encontram-se espalhados por todos os países da Europa.

Correntes migratórias

A Europa sempre foi um dos continentes de maior movimentação de correntes migratórias.



Se em séculos anteriores e mesmo no começo deste, tais movimentos se faziam para fora do continente, a partir da década de 1950, com o surgimento do MCE (Mercado Comum Europeu ou União Européia), tal movimento passou a ser interno. Nas décadas de 1960 e 1970, povos como os italiano (principalmente do Sul), portugueses, espanhóis e gregos vão em direção a países mais desenvolvidos como a França e a Suiça à procura de emprego, para substituir a mão-de-obra desses países, principalmente trabalhando em serviços pesados, já que a população desses nações, devido à evolução geral do nível de vida, dedica-se a setores mais leves. Com as oscilantes crises econômicas, a partir de 1973, tal grupo imigrante passou a se tornar uma preocupação, pois o número de empregos caiu e tal contingente, cobrando menos por seu trabalho, obtém o emprego do nativo da nação, criando situações de conflito.

A migração do leste europeu em direção aos páises mais industrializados da Europa Ocidental foi uma constante no final da década de 1980 e início de 1990. E a forte migração da mão-de-obra de países subdesenvolvidos em direção à Europa foi um grave problema para
década de 1990 (xenofobia).

Crescimento demográfico


O crescimento natura da população remete continuamente a problemas relativos à preservação do meio e os povos devem adotar normas e medidas apropriadas para fazer frente a esses problemas. [...] De tudo quanto existe no mundo, o ser humano é o bem mais valioso, pois é ele que promove o progresso social, cria riquezas, desenvolve a ciência e a tecnologia e, com seu árduo trabalho, transforma continuamente o meio humano."
(Adaptado de: Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano. Estocolmo, 1972.)

• Crescimento demográfico
O rápido e intenso crescimento da população mundial tem despertado a comunidade internacional para as relações entre população, desenvolvimento econômico e recursos naturais.
Para que essas relações sejam compreendidas é preciso considerar o seu fator fundamental: o crescimento demográfico.
Esse crescimento pode ser explicado por dois processos:
Crescimento vegetativo ou natural: movimentos verticais.
Migrações: movimentos migratórios.


Crescimento vegetativo

O crescimento da população mundial está ligado a vários fatores - taxa de mortalidade, taxa de natalidade, taxa de fecundidade, expectativa de vida -que, por sua vez, dependem de condições de saúde, educação e acesso a recursos naturais e econômicos das sociedades.
O total de habitantes de um lugar tem como principal fator de aumento o crescimento natural ou crescimento vegetativo, também chamado de movimento vertical da população. O crescimento vegetativo consiste na diferença entre o número de nascimentos e o de mortes em determinado período (geralmente, um ano).
A relação entre o número de nascimentos ocorridos no período de um ano e o total de habitantes de uma cidade, um estado, país ou continente define; taxa de natalidade. Para chegar a essa taxa, multiplica-se por 1000 o número de nascimentos ocorrido; durante um ano e divide-seo resultado pelo número que representa a população absoluta. Por exemplo uma taxa de natalidade de 25%o significa 25 nascimentos em um grupo de 1 000 pessoas. A taxa de natalidade de uma população está ligada à taxa de fecundidade, isto é, o número de filhos por mulher em idade reprodutiva dessa população.
A relação entre o número de óbitos ocorridos em um ano e o número de habitantes do lugar define a taxa de mortalidade. Para chegar a essa taxa, multiplica-se por 1000 o número de óbitos ocorridos durante um ano e divide-se o resultado pelo número que representa o total da população. Por exemplo, uma taxa de mortalidade de 10%o significa 10 mortes em um grupo de 1 000 pessoas.
Calculando o crescimento vegetativo com base nos dados exemplificados acima, temos:


CV = 25%o - 10%o = 15%o ou 1,5%
Relacionadas às taxas de mortalidade e de na talidade temos duas outras importantes variáveis que também influem no crescimento populacional: a taxa de mortalidade infantil, que diz respeito ao número de crianças mortas antes de completar o primeiro ano de vida, e a expectativa de vida, que se traduz pelo número de anos que um recém-nascido poderá viver, considerando-se o conjunto de recursos da sociedade de qual ele faz parte. Os mapas a seguir mostram a situação atual da mortalidade infantil e da expectativa de vida no mundo



Movimento migratório




Taxas de imigração em 2006: positivo (azul), negativo (laranja) e estável (verde).

Ação e efeito de emigrar ou deixar o próprio país para ir viver em outro. Também por extensão se denomina migração os movimentos da população que se produzem dentro do próprio país. O termo emigração refere-se ademais ao conjunto de habitantes que trasladam o seu domicilio; já seja por um tempo ilimitado ou temporariamente, de um país, região ou povo a outro distinto.


Aínda que se trata do mesmo fenômeno, denomina-se imigração quando o ponto de observação é o da recepção de massas migratórias e emigração quando o fenômeno é observado desde o lugar emissor Melhor dizendo Imigração e quando você sai de um lugar de sua terra e vai para outra

As razões que levam o ser humano a emigrar respondem a uma necessidade de caráter vital que pode ser suscitada por questões de restrição econômica, política, ambiental, social e/ou de segurança. Geralmente, as pessoas que tendem a emigrar, estão buscando melhores condições de vida.

Na atualidade os países com um índice grande de emigração são os da África, América do Sul e Ásia, aos que os países desenvolvidoschamam de países do Terceiro Mundo ou países em desenvolvimento.





População Ativa e Inativa no Brasil e no Mundo


A pesquisa de indicadores sociais, divulgada hoje pelo IBGE, revela que a participação da população em idade ativa, entre 15 e 64 anos, aumentou em relação às pessoas consideradas inativas - crianças e idosos.
Em 1992, eram 64,1 inativos para cada 100 ativos. Em 1999, eram 55,4 inativos para cada 100 ativos. Em 1999, a região Nordeste apresentou a maior participação dos inativos, de 65,4 a cada 100 ativos. Já no Sudeste, a relação era de 100 pessoas ativas e 49,8 inativas.
Apesar do aumento da participação de pessoas ativas na população e do aumento de 13,8% da oferta de trabalho _a PEA (População Economicamente Ativa) passou de 69,7 milhões em 1992 para 79,3 milhões em 1999)_ a taxa de atividade diminuiu de 61,5% para 61% entre 1992 e 1999.
A população economicamente ativa é formada pelas pessoas entre 10 e 64 anos que estão trabalhando ou procurando emprego. Já a taxa de atividade mede a participação das pessoas entre 10 e 64 anos que estão efetivamente trabalhando.
Entre os sexos, a taxa de atividade feminina aumentou na década, enquanto a masculina diminuiu. Em 1992,
a taxa de atividade masculina era de 76,6% e foi diminuindo até chegar a 73,8% em 1999. Enquanto a taxa de atividade feminina passou de 47,2% para 49,0% entre os dois períodos.
O percentual empregados com carteira assinada diminuiu de 64% para 61,3%, refletindo aumento da informalidade. Entre os trabalhadores domésticos com carteira de trabalho, o percentual é ainda pequeno, de 25%, mas apresentou aumento em relação a 1992, quando foi de 17,5%.
Apenas 60,2% dos empregadores contribuíram para a previdência em 1999, enquanto que em 1992, esse percentual era de 65,7%.
O crescimento da população idosa, definida como aquela a partir dos 60 anos de idade, é um fenômeno mundial, ocorrendo em um nível sem precedentes. No Brasil, as estimativas para os próximos 20 anos indicam que a população idosa excederá a 30 milhões de pessoas, chegando a representar quase 13% da população. Este trabalho busca realizar uma análise descritiva do perfil dos idosos no Brasil, no estado e no município do Rio de Janeiro. As análises serão feitas a partir de indicadores construídos com as informações dos censos do IBGE de 1991 e 2000 e fazendo-se uma projeção para o ano 2002. Os dados analisados são: população total, gênero, alfabetização, população urbana e rural, responsabilidade nos domicílios e renda. Também são discutidas as possíveis causEssa ampliação da expectativa de vida não ocorre de modo uniforme em ambos os sexos. O aumento para as mulheres é mais significativo do que para os homens, caracterizando o fenômeno de feminização da população idosa.
Esse fenômeno pode ser explicado, em parte, por uma maior expectativa de vida das mulheres, devido a diversos fatores, tais como:
menor consumo de álcool e tabaco, que são associados a doenças cardiovasculares e diferentes tipos de neoplasias, sendo as principais causas de morte na população acima de 45 anos. (Homens consomem em maiores quantidades);
as mulheres têm, de modo geral, melhor percepção da doença e fazem uso mais constante dos serviços de saúde do que os homens. É possível que a detecção precoce e melhor tratamento de doenças crônicas nas mulheres contribuam para um prognóstico melhor;
atendimento médico-obstétrico – a mortalidade materna, antes uma das causas principais de morte prematura entre mulheres, é atualmente baixa;
diferenças na exposição a riscos – acidentes domésticos e de trabalho, acidentes de trânsito, homicídios e suicídios são, em conjunto, quatro vezes mais freqüentes para os homens do que para as mulheres, nas áreas urbanas brasileiras.
Há um crescimento na população urbana e diminuição da população rural, tanto para homens como para mulheres, o que não significa melhora da qualidade de vida, e sim mais competitividade em vários aspectos. Esse é um fenômeno nacional e evidenciado ainda mais no Estado do Rio de Janeiro (97%), caracterizado por uma população essencialmente urbana.
A grande maioria dos idosos brasileiros possui uma renda média até 1 salário mínimo, o que não lhes garante, na maioria das vezes, uma condição de vida satisfatória, principalmente quando essa é a única fonte do sustento familiar, o que é comprovado pelo relevante aumento dos domicílios sob a responsabilidade dos idosos.
Com relação à renda, comparando o Brasil com o Rio de Janeiro, observamos uma melhor posição do Rio de Janeiro em relação à média brasileira. O percentual de idosos no Brasil com renda menor que 1 salário mínimo é praticamente o dobro do Estado do Rio de Janeiro. E nos extratos com renda maior que 5 salários mínimos ocorre o inverso, sendo a prevalência bem mais elevada no município do Rio de Janeiro, revelando melhores condições sócio-econômicas da população carioca em relação à fluminense. Outro fato que evidencia essa melhor condição sócio-econômica do Estado, particularmente do município do Rio de Janeiro, é a escolaridade. O município do Rio de Janeiro tem prevalência de analfabetismo 3,5 vezes menor que a média nacional. Vale a pena ressaltar que, mesmo sem considerar a média de anos de estudo, observou-se com o passar dos anos uma redução do analfabetismo no Brasil, em geral.
Em suma, pode-se constatar em todos os indicadores analisados uma característica uniforme de quas para essas proporPopulação residente total
Observa-se um aumento da população total de idosos brasileiros, que em 2000 era de 14.536.026, contra 10.722.705 observados em 1991, com uma projeção de 15.383.434 para o ano 2002, vindo representar 8.8% da população brasileira total (Tabela 1). No Estado do Rio de Janeiro, o percentual de idosos é superior ao da média nacional, com 9.2% em 1991, 10.7% em 2000 e 11% em 2002. E é ainda um pouco maior, considerando-se somente o município do Rio de Janeiro com 11.2% em 1991, 12.8% em 2000 e 13.2% em 2002.
De 1991 para 2002, observa-se no Brasil um crescimento em todos os grupos de idade, com um aumento maior nos grupos etários mais avançados, de 70 a 74 anos, que passaria de 1.3 para 1.7%, e de 75 ou mais, que passaria de 1.6 para 2.2% da população total de idosos. Esses percentuais são ainda maiores no Estado do Rio de Janeiro, com 2.6% em 2002 no grupo de idade de 75 anos ou mais, e ainda mais elevado no município do Rio de Janeiro, 3.5% em 2002 para a mesma faixa de idade.
Portanto, ocorre não somente um aumento da população idosa, mas também um envelhecimento dessa população, com um número maior de idosos nas faixas etárias mais elevadas.ções. UM FENÔMENO MUNDIAL
Segundo o IBGE (2002), o crescimento da população de idosos, em números absolutos e relativos, é um fenômeno mundial e está ocorrendo em um nível sem precedentes. Em 1950, eram cerca de 204 milhões de idosos no mundo. Já em 1998, quase cinco décadas depois, esse contingente alcançava 579 milhões de pessoas; um crescimento de quase 8 milhões de pessoas idosas por ano. As projeções indicam que, em 2050, a população idosa será de 1.900 milhões de pessoas, montante equivalente à população infantil de 0 a 14 anos de idade (Andrews, 2000).

Setores da Atividade Econômica


Primário – Corresponde as atividades do campo(agricultura , pecuária) , em países desenvolvidos a participação da população ativa
( trabalhadores ) é pequena devido a elevada mecanização agrícola .

Ex: Canadá – 5% ( desenvolvido)

Já em países pobres , como os africanos , por exemplo , a participação dos ativos no campo é elevada , pois a mecanização no campo é baixa , e esse países dependem basicamente das atividade primárias ( agricultura , extrativismo )

Ex: Chade – 85%

Secundário-Corresponde às atividades da indústria e construção civil. Países industrializados tem muitos ativos trabalhando nesse setor.
Ex:EUA : 35% , Chade- 7%

Terciário –São as atividades de serviço( educação , saúde , comércio , transporte , comunicações ). O que não está no primário e no secundário está no terciário.

Bastante desenvolvido nos países ricos , pois há grandes investimentos nesse setor , além do mais o número de atividades é maior que em outros setores.

Nos países emergentes , o êxodo rural provocou a hipertrofia do setor terciário, causando um inchaço .Porém vale salientar que tal fato é devido ao aumento de ativos na atividade informal
( trabalhadores de rua – sem registro – carteira assinada) e no subemprego (trabalhadores sem qualificação profissional).



Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_migrat%C3%B3rio


http://blogdageografiavc.blogspot.com.br/2009/07/douglas-felizardo-e-larissa-couto.html


http://blogdogeohistoria.blogspot.com.br/2008/08/o-crescimento-demogrfico.html


http://pt.shvoong.com/social-sciences/education/1931158-setores-da-atividade-econ%C3%B4mica/


http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/sala_de_aula/geografia/geografia_geral/europa/geral_europa_5_populacao




PERGUNTAS








1) O crescimento demografico pode ser explicado por 2 processos. Quais são eles?


2) oque voce entende por emigração?


3) Qual é a regiao que apresentou a maior participação da população inativa?


4) Qual foi o ano quem a taxa de atividade feminina aumentou e a masculina diminui?


5) a partir de quantos anos a população e é considerada idosa?


6) Oque o setor primario da atividade economica corresponde?